segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

“Food” Nesting: Refeições organizadas para o regresso a casa com um novo bebé




Cada um de nós tem a sua realidade, claro! Mas um dos melhores conselhos que posso dar, nesta coisa de regressar a casa com um novo (ou o primeiro) bebé, é mesmo ter umas refeições organizadas e preparadas no congelar.
Fiz na altura da gravidez do Zé Maria, e voltei a fazer do António. E foi de tal forma útil e ajudou-me tanto, que não podia deixar de o fazer desta vez, principalmente porque voltar para casa com um bebé, implica mais duas crianças pequenas em casa a necessitar de atenção, implementar uma nova rotina que funcione para nós todos e suavizar a chegada da irmã aos outros dois e principalmente ter o máximo de disponibilidade para todos quando ainda se está a recuperar de um parto (no meu caso de uma terceira cesariana!) São demasiadas coisas para gerir e ainda ter de juntar a isto as refeições de todos os dias, não é fácil...
Portanto, nada mais fácil do que, com tempo, ir preperando refeições que se podem congelar já prontas ou semi-prontas, ou adiantar algumas coisas que permitam fazer uma refeição completa mais rapidamente, sem sem necessário recorrer ao take away ou comer mal durante este periodo.

Também me podem dizer que os avós podem ajudar neste ponto, irem lá para casa, mandarem sopa ou refeições....Claro que podem, se quiserem, se os avós tiverem essa disponibilidade, se estiverem por perto. Tem tudo a ver com a dinâmica de cada família... Os avós não vivem cá em casa, e além disso têm a sua própria vida. E nós também precisamos de funcionar enquanto família e adaptarmo-nos uns aos outros o mais rapidamente possível. Portanto eu prefiro assim.

Planear refeições, cozinhar,adiantar, orientar e ter a arca congeladora preparada para as primeiras semanas. Como começar? Aos poucos e poucos.

A melhor maneira de explicar, passa mesmo por dizer o que fui fazendo, como congelei, e como pretendo usar. E há de tudo. Refeições prontas e congeladas, principalmente para os primeiros dias, e para os “homens”, enquanto eu estive na maternidade.

Para esses dias há coisas como carne à bolonhesa preparada - basta deixar a descongelar e fazer um esparguete para acompanhar. Ou arroz de pato que basta deixar a descongelar e aquecer.

Deixo uma lista - enquanto sugestão e partilha de ideias - das coisas que deixei congeladas e que me simplificaram e muito o regresso a casa. 

Dalh - caril de lentilhas. Congelei já pronto, em duas caixinhas. Basta descongelar e acompanhar com arroz e ovo estrelado para uma refeição sem carne nem peixe, ou com bolinhas de carne tipo almôndegas - como a avó do Miguel faz.

Arroz de frango com açafrão e passas. Congelei já pronto. Basta descongelar e aquecer antes de comer.

Rolo de Carne recheado com cenoura e espinafres. Congelei feito, mas por cozinhar. Pode cozinhar sem descongelar no forno. Só fazer os acompanhamentos

Almôndegas - congelei preparadas mas “cruas”. Basta retirar do congelador e cozinhar mesmo assim, no tacho ou no forno. (Podem estufar em molho de tomate ou cozinhar direto na frigideira)

Empanadas de peixe e ervilhas - Aproveite sobras de peixe estufado co ervilhas e usei como recheio de massa de empanadilhas que se compra já pronta. Montei as empanadas e cozinhei no forno. Congelei depois de frias. Basta descongelar, aquecer e comer com uma salada ou legumes.

Carne de vaca estufada. Estufei carne de vaca na slowcooker. Metade retirei para uma caixa e congelei. Basta deixar descongelar e aquecer. Acompanha puré ou massa e legumes.

Empadão. Congelei já pronto, com a carne e o puré de batata. Depois basta descongelar, cobrir com o ovo batido e levar ao forno para dourar. Servir com salada.

Bacalhau Rápido com Espinafres e Natas - Congelei já praticamente pronto. Basta descongelar, juntar as natas e levar ao forno.

Caril de Frango. Congelei depois de pronto. Descongelar, voltar a ferver e acompanha com arroz basmati soltinho.

Carne de porco (rojões) cozinhada. Serva para fazer carne de porco à portuguesa. Basta juntar as batatas, pickles, azeitonas e coentros. (Também pode servir para arroz de carne, feijoada aldrabada....)

Sopa de Pedra - Aproveitei umas sobras de cozido e fiz uma espécie de sopa da pedra. Basta descongelar e voltar a ferver.

Feijoada do Cozido - Ainda com as sobras do cozido juntei feijão cozido em casa e fiz uma espécie de feijoada. Basta descongelar e fazer arroz para acompanhar

Creme de couve flor e caril (e outras sopas) - Basta descongelar e VOLTAR A FERVER. Parece sopa acabada de fazer.

Puré de couve flor. Congelei pronto. Descongelar e aquecer.

Abóbora e batata doce assadas - Congelei depois de assada e sem pele. Era para fazer sopa, mas acabei por usar para fazer puré de abóbora e a batata doce comi mesmo assim depois de aquecido. Ficam bem!

Molho de tomate pronto. Congelado pronto. Basta descongelar e serve para molhos de massa, pizzas ou para cozinhar as almôndegas.

Mini-hamburgueres de frango. Congelados em “cru”, depois de prontos. Basta cozinhar mesmo congelados.

Esparregado de espinafres. Congelei depois de pronto em doses para dois. Descongelar e aquecer.

 Frango desfiado. sobras de frango assado já desfiado. Para fazer uma massa rapida com frango cogumelos e natas.

Notas: 

Preparei uma maior quantidade de carne estufada. Uma parte congelei assim mesmo e a outra desfiei e aproveitei para o empadão.
Com a carne picada a mesma coisa: metade foi para fazer o rolo de carne, e a outra metade para preparar as almôndegas.
Preparei uma maior quantidade de cozido à portuguesa e aproveitei o excesso de carnes para fazer sopa da pedra e feijoada do cozido.
Fiz o dobro do arroz de pato, e congelei metade.
O mesmo molho de tomate que fiz para a bolonhesa, fiz em maior quantidade e uma parte congelei simples.

Havia muitas mais coisas, mas esta lista orientou-me durante as 2 primeiras semanas em casa.
Espero que seja útil, não só nestes casos, mas para quem gosta de ter algumas coisas prontas no congelador para os dias mais complicados.


O que acharam?

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

O Novo Quarto de Bebé


Depois de dar a volta e transformar o quarto do Zé Maria, no quarto dos rapazes, foi a vez de nos dedicarmos ao que era o quarto do António para ser o novo quarto da miúda que está mesmo a chegar.
Desta vez resolvemos fazer tudo diferente e tornar o quarto, logo desde o inicio em algo menos de “bebé” e mais intemporal. Um quarto de menina mas sem ser tudo muito “cutchi-cutchi” e cheio de cor de rosa. Algo que identificasse uma menina de qualquer idade.



A única coisa nova que compramos para o quarto dela, foi mesmo uma cómoda igual à dos irmãos. Tudo o resto foi, mais uma vez um reaproveitameto do que já tínhamos em casa. O berço é o mesmo berço que foi do Zé e do António, assim como a cama de grades, e as estantes finas para livros ou quadros. A prateleira que colocamos por cima da cómoda tinha vindo da casa antiga e aguardava novo local guardada na garagem. Mantivemos os cortinados com riscas cinza da Zara Home que colocamos quando nos mudamos para cá - e que fizeram a decoração do quarto do António, assim como o candeeiro, que veio do IKEA na altura da mudança de casa. A mesa de cabeceira foi comprada há uns meses largos no Lidl, e andava sem local definido entre as divisões do sótão. O candeeiro da mesa de cabeceira é o que era do António, porque tem o mesmo padrão dos cortinados e se adequa às cores que escolhemos para o quarto dela: amarelo e cinza com pequenos apontamentos cor de rosa.



O dosel era do primeiro quarto do Zé, na nossa casa antiga, e estava guardado desde essa altura. E a cama? A cama de ferro tem, para mim, uma história longa e familiar.

Foi a cama de criança do meu pai (tem seguramente mais de 70 anos) e estava guardada inicialmente para o António, para quando ele deixasse a cama de grades. Entretanto a miúda veio alterar esse plano. A cama, que também já tinha sido nossa e estava pintada de cor de rosa, foi pintada de branco e passou diretamente para o quarto dela.
Os edredons, quer da cama de grades, quer da cama de ferro (que é uma cama de “pessoa e meia”) foram feitos pela minha mãe. Isto porque não encontrava nada dentro do que queria - nem cores nem padrões. Nem na Zara Home, que raramente me desilude  consegui encontrar o que queria. Tudo demasiado cor de rosa e com demasiados bonecos. E nada amarelo.....

Portanto, a habilidosa avó lá colocou as mãos à obra e além dos edredrons, que têm duas faces. ainda fez almofadas com as sobras. As restantes vieram dos saldos da Zara Home.



Fizemos ainda alguns quadros personalizados, utilizando umas molduras do IKEA com coisas variadas: um bonequinho que a minha mãe fez, uma ecografia dela em perfil, um pendente comprado na Primark....
Oss toque finais demos com umas pequenas luzes led a pilhas que estão estrategicamente colocadas na cabeceira da cama grande e numa das prateleiras do quarto, e também com algumas caixas amarelas e cestos brancos que já tinha cá em casa, e uma outra caixa que veio... da Zara Home.





Para mim está quase “perfeito” e foi basicamente o que eu idealizei. Simples, sereno e intemporal e principalmente sem estar inundado de cor de rosa, mas ao mesmo funcional e sem gastar dinheiro desnecessário em móveis e acessórios.

Fica aqui a ideia, não só para “mostrar”, mas também para servir de inspiração, e de como podemos fazer nós mesmos e transformar tantas coisas que provavelmente não associamos a um quarto de bebé ou de criança!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O “novo” Quarto dos Rapazes


A chegada do nosso terceiro filho - filha neste caso - ainda antes de nascer está a trazer algumas mudanças cá em casa. Uma delas teve a ver com a “dinamização” dos quartos. Quando mudamos para esta casa, e fizemos as obras, abdicamos de um quarto - havia 4 quartos naquele piso - para ficarmos com um quarto maior com closet.
Já nessa altura, apesar de termos mudado de casa por causa da vinda do António, ponderávamos a possibilidade de um terceiro filho, pelo que a decisão de excluir um quarto foi pensada sabendo que poderia vir um terceiro membro.

Isso nunca nos preocupou, porque juntar duas crianças num quarto sempre nos pareceu normal.
Portanto, ao sabermos da chegada de uma terceira criança, a decisão foi simples. Juntávamos os dois miúdos mais crescido no quarto do Zé Maria, que é ligeiramente maior, e o quarto do António ficaria para o bebé que chegaria em breve.

E assim foi. O quarto do Zé passou a ser o quarto dos manos e levou uma reestruturação.
A cama anterior do Zé - que faz de cama de casal e que já estava no quarto dele na casa antiga - passou para o sotão, assim como uma estante de “cubos” do IKEA, que está agora no meu escritório do sótão.

O quarto deles não tem brinquedos, nem será, pelo menos nos primeiros anos de vida escolar (quando lá chegarmos) o local onde irão fazer os trabalhos de casa. Portanto só precisávamos mesmo de duas camas e colchões. Tudo o resto que está no quarto deles foi apenas uma “remodelação” e mudança com coisas que já estavam cá em casa.

Optamos por camas e colchões extensíveis do IKEA, que temos actualmente montadas no tamanho mais pequeno, o que facilitou a passagem do António da cama de grades para a cama individual, o até o Zé gostou da cama nova apesar de ser bem mais pequena do que a cama a que estava habituado, com a vantagem de estas camas - este modelo específico - nem precisar de resguardo lateral contra quedas...



Mantivemos a cómoda do Zé e trouxemos a do António do antigo quarto dele - que é igual à do Zé - também um modelo do IKEA. O antigo cadeirão da minha mãe, que fez parte do primeiro quarto do Zé e estava agora no quarto do António também passou para o quarto deles, para ser o cadeirão de contar as histórias antes de ir para a cama.

Em vez de uma mesa de cabeceira optamos com colocar uma outra estante de cubos mais pequena - que já tinha estado na cozinha da casa antiga e agora estava no quarto do António -  onde colocámos os livros deles e onde está o candeeiro de apoio.
De resto foi reorganizar os quadros e as decorações de parede, mas não foi preciso comprar mais nada.

O Zé ficou com muita pena de já não ter a capa de edredão dos carros que a minha mãe lhe tinha feito, mas a habilidosa avó conseguiu transformar a capa de edredão em duas capas mais pequenas, e assim cada um ficou com uma. E foi uma enorme alegria ver a cara deles quando perceberam que tinham a capa dos carros e uma para cada um.

Quanto aos brinquedos, tirando uns quantos peluches que estão numa arca de verga que já tinha sido minha quando era bebé, estão arrumados nos locais onde eles efetivamente brincam: na sala ou no sótão.

Mantivemos os mesmos cortinados, o papel de parede e a maior tarefa foi mesmo reorganizar as roupas e o calçado dos dois, para deixarmos tudo livre no outro quarto, para receber o novo membro da família.

Sou só eu que gosto de quartos mais simples e sem grandes confusões? Fáceis de arrumar e organizar? Aproveitando móveis de outras divisões, muitos deles bem antigos, para criar um quarto “novo”? Também optariam por colocar os dois no mesmo quarto?


Contem-me tudo!

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

DIY : Estofar um Canapé


As férias caseiras entre o Natal e o fim de ano foram o tempo que eu e o Miguel precisámos para colocar em andamento dois ou três trabalhos DIY cá em casa. Um deles, e o que eu andava com mais vontade de fazer, foi finalmente estofar o nosso canapé - mais uma relíquia herdada de casa dos avós e que estava há já algum tempo na garagem dos meus pais.
O canapé já com muitos anos já tinha sofrido uma intervenção. Era inicialmente um canapé de assento em palhinha (coisa que descobri quando lhe retirei o assento para estofar) e que já deve ter sido a minha avó a dar-lhe o assento em napa avermelhada que tinha. Curiosamente sempre me lembro deste canapé com este assento vermelho em napa....
O que fizemos foi muito simples, e não nos demorou sequer uma hora. Depois de já termos medido o assento e de ter comprado em tecido em cinza claro e um galão (fita) a condizer, a primeira coisa a fazer foi retirar o assento antigo que estava pregado ao canapé. Basicamente uma tábua de contraplacado ao qual estava fixa uma esponja para fazer o assento forrado por sua vez com napa. 

Depois de retirarmos a tábua e de seguidamente retirarmos o estofo de napa do assento de esponja percebemos que podiamos aproveitar tanto a esponja como a tábua. Fixamos então a esponja à tabua, na posição em que estava, e bastou então, com uma pistola de agrafos (agrafador de estofador) colocar o novo tecido bem esticado e prender à tábua. Depois disso, o Miguel aparafusou a tábua com o novo assento estofado ao canapé - depois deste ter sido limpo e encerado com cera própria para dar brilho a móveis.

Depois foi apenas mais uma simples operação cosmética e com a ajuda de uma pistola de cola quente fixamos a toda a volta do novo assento o galão (fita).

Com o tecido que sobrou a minha mãe ainda me fez uma almofada decorativa, e eu acabei por comprar mais duas almofadas em cinza claro os saldos da Zara Home.


E assim se transformou o nosso velho canapé! Acho que para primeiro trabalho não ficou nada mal!

(Para ver o antes e depois vão até à mina conta do instagram: https://www.instagram.com/p/BdQj7kwnNxv/?taken-by=joanaroque78)


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Começar 2018: Objectivos, Planos, Projetos e Amealhar um bocadinho!


Já passou o natal e o fim de ano. Os cabazes lá ficaram prontos a tempo, distribuiram-se (ainda aqui tenho 3...) e o natal foi maravilhoso com a magia das crianças e a família junta.
Tivemos direito a uns dias a quatro (cinco) em que aproveitamos para colocar umas coisas em dia cá por casa de que vos darei conta nos próximos tempos.
Foi a passagem de ano, com amigos que são família, e foi calmo e mais uma vez muito bom, tudo o que esta grávida quase em final de tempo quer.

De resto começamos 2018 com a antecipação de grandes mudanças. O nascimento do bebé numero 3, ainda este mês, vai certamente marcar o nosso ano, que vai começar logo com essa novidade (se Deus quiser!)

E depois há os habituais projetos, ideias e objetivos que traçamos todos os anos... Saúde e paz para todos, que quanto ao resto cá nos vamos arranjando....
No início de cada ano, gosto mesmo de olhar em retrospectiva para o ano que acabou. Analisar se conseguimos atingir tudo o que estava ao nosso alcance e era nosso desejo, e o que podemos e queremos melhor neste ano que agora começa.

Já aqui escrevi várias vezes que, de uma maneira geral, traço objetivos que são alcançáveis, ou que pelo menos posso tentar, de uma forma objectiva tentar alcançar. Nada de coisas mirabolantes que sei que não dependem quase só de mim/de nós.
Há sempre objetivos pessoais e de trabalho, mas também coisas simples como completar uma divisão da casa ou ir a algum lugar específico, ou mesmo objetivos de poupança e economia doméstica... 

No entanto, neste início de ano, não quero deixar de partilhar com vocês um pequeno projeto de poupança que fiz o ano passado, com bons resultados (para o obejtivo pretendido) e que pode ser um incentivo para muitos, uma vez que “poupar” ou colocar algum dinheiro de lado, é quase sempre um projeto (cá em casa costuma ser!)

Depois de todos os anos sermos inundados com o plano de poupança das 52 semanas, que eu pessoalmente acho difícil de concretizar, principalmente mais para o final do ano, o ano passado lembrei-me de uma coisa muito mais simples e discreta (e também de muito menor valor) mas que teve no nosso caso um objetivo claro.
Tudo começou com o cartão Continente, aquele que vai acumulando os descontos em cartão ou talão. Cada vez faço menos compras nesse supermercado e creio que é por esse motivo que recebo habitualmente em casa cupões semanais de 5 euros em cartão por cada 20 euros em compras (minimo). No início do ano passado, ao receber esses cupões decidi que, iria ao Continente gastar 20 euros em compras - para receber os 5 euros em cartão. Passei a ir comprar ao Continente aquilo que realmente só encontrava lá, ou que estaria em promoção que realmente valesse a pena e gastar apenas esses 20 euros - de modo a fazer compras da forma mais inteligente possível - e de maneira a “conseguir” os tais 5 euros em cartão. Mais do que isso decidi não gastar nenhum do saldo acumulado do valor que fosse conseguindo juntar, de forma a fazer uma pequena poupança... Comecei sem um objetivo de poupança, que só defini mais tarde, por força das circunstancias.
Ao mesmo tempo que acumulava esses 5 euros e outras pequenas coisas, como qualquer outra promoção em cartão que me interessassem, também fui acumulando algum valor no mesmo cartão por usar os talões de combustíveis que acrescentam o desconto em saldo ao cartão....
Aos poucos comecei a juntar um pequeno saldo e entretanto descobri que estava grávida.
Como sabem o saldo dos cartões Continente dá para usar não só no hipermercado, mas também nas lojas do grupo como a Worten e a Zippy. Pouco depois de descobrir a gravidez, fixei o meu objectivo para esta “poupança” - iria servir para comprar outra cadeira auto, a única coisa de puericultura pesada que iria necessitar de comprar para o bebé numero 3 que estava a caminho! E como o bebé estava previsto apenas para Janeiro de 2018, tinha 1 ano para esse “mealheiro”.
Assim, aos poucos e poucos o saldo foi-se acumulando. Não foi um valor enorme, porque é efetivamente uma “poupança” pequena e que não se vai vendo. Só era preciso dizer às senhoras da caixa que o valor não era para descontar a cada compra que ia fazendo. E claro que nem todas as semanas havia um talão para descontar.... Sei que cheguei por alturas do final de Novembro com cerca de 200 euros acumulados...
Por essa altura começaram as campanhas da Black Friday e com elas a da loja Zippy que fez uma promoção de 25% em todas as cadeiras auto. Escolhemos o modelo que queríamos (tivemos de encomendar, mas ainda tínhamos tempo), pagamos a cadeira com o saldo do cartão e por causa do desconto de 25% recebemos um vale de cerca de 50 euros para usar na Zippy que eu aproveitei para comprar as prendas de natal e aniversário de uma das minhas sobrinhas.

Obviamente não é uma poupança enorme. Mas com um pouco de gestão acumulei o valor da cadeira que queria, e assim não o gastei de outro lado. Se tivesse gasto o valor acumulado descontando-o nas pequena compras, certamente que não me teria sabido tão bem comprar a cadeira sem “gastar” dinheiro e ainda ter comprado duas outras prendas.

É um exercício de poupança simples, acho que ao alcance de qualquer um. No nosso caso serviu para a cadeira auto, mas poderia ter servido para comprar a comida e os brinquedos de natal, ou um eletrodoméstico novo, ou até um telemóvel, roupa e calçado, umas sapatilhas, uma bicicleta... 

Gosto particularmente de pequenos mealheiros para pequenas poupanças para objetivos concretos. Já comprei algumas coisas assim, como por exemplo a Bimby - e demorei bem mais de um ano a acumular o valor total. Pessoalmente sinto outro valor nas coisas compradas com base nos mealheiros... Manias!!

Este ano vou fazer novamente esta “poupança do cartão”,e  entretanto há também um mealheiro com o objetivo  concreto de uma “obra” aqui para casa. 


Em termos de amealhar, ou tentar colocar alguma coisa de lado, quais são os vossos objectivos para este ano? 

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

2 dias para o Natal


Faltam só 2 dias para o Natal. E finalmente está tudo acabado. Fiz a granola, umas bolachinhas Hungaras, e umas guloseimas  - caramelo de amendoim e honeycomb (ambas as receitas no Livro “Presentes com um sabor especial”). Decorei daquela forma que eu gosto, cheia de saquinhos e etiquetas lindas e tudo a condizer, e acabei de fechar os últimos cabazes. Confesso que queria ter acabado tudo ontem, mas à noite estava cansada e já não consegui. Mas acabei esta manhã.
Ainda houve tempo para embrulhar dois livros para os meus miúdos, e acabar a despachar mais uns mimos para uns amigos com quem vamos jantar hoje. E fazer uma entrada de festa!

Por mim é tempo de aproveitar estes dias que faltam com calma. Amanhã é dia de não fazer NADA. Já fui às compras e tenho tudo preparado para as minhas entradas e sobremesa para o dia 24 - que só faço efetivamente a 24. E desfrutar muito do natal e destes últimos dias. Aproveitar bem os meus filhos e o marido e as férias que esperamos ter a 4 (5) logo depois do Natal e até ao ano novo. Sem horários e com muitas poucas regras nos últimos dias do ano.

Deixo-vos hoje também, no blogue “As Minhas Receitas”, um post com as minhas receitas favoritas para o Natal. Algumas sugestões de entradas e pratos principais, mas também as coisas tradicionais que não faltam nas nossas mesas.

Espero que por aí estas ideias e sugestões vos tenham ajudado - e vos ajudem nos dias que ainda faltam - a preparar o vosso natal, à vossa maneira. Sem nunca se terem que preocupar em “comparar”, em “imitar”, mas sim em criarem os vossos presentes personalizados inspirados por aquilo que vos deixo. Porque se há algo maravilhoso nas redes sociais é esta inspiração que podemos tirar uns dos outros para tornarmos a nossa vida ainda melhor!

Porque não há pessoas perfeitas nem “super-mulheres”. Eu não fiz tudo o que queria fazer porque me sentia cansada e simplifiquei muitas coisas. Fiz o meu melhor grávida de quase 34 semanas, com o meu pai internado uns dias durante esta semana (nada de grave, já está fino e em casa!) e o mais novo com uma otite! Tive menos disponibilidade e até menos vontade, mas mesmo assim não quis deixar de fazer isto, porque é importante para mim. E quem se mete nesta empreitada e dá o seu melhor fará sempre os melhores presentes. Cheios do que é importante: amor, carinho, o nosso tempo e um pouco de nós.


Boas Festas!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Preparar o Natal 2017 #Mimos de Comer


Quase tudo pronto. 

Entre cabazes mais compostos, há sempre uns pequeninos conjuntos que eu chamo mimos de comer. 
Deixo-vos como sugestão alguns destes meus mimos para se inspirarem, e sabere quem nem sempre os “cabazes” precisam de ter muitas muitas ou de serem muitos compostos e trabalhosos... Por vezes são coisas tão simples como estas que vos mostro.
Sejam umas lembranças caseiras para as educadoras do Zé Maria, sejam uns cestinhos com compotas para oferecer a algumas pessoas amigas, sejam apenas uma compota num frasco.

Na verdade, o que conta é a intenção, e é sempre uma lembrança pessoal e feita por nós!
Deixo-vos alguns exemplos de Mimos de Comer que vamos oferecer este ano.



  • Um conjunto com 1 compota e 1 saquinho de Bolachas feitas em conjunto com o Zé para oferecer às educadoras, que coloquei dentro de um pequeno saco de papel do IKEA e que decorei com uma decoração feita em gesso  - e escrita - pelo Zé.

  • Conjunto de duas compotas  - ou de 1 compota e 1 tacinha de marmelada - dentro de um cestinho pequeno que depois pode servir de cesto para tostas ou pão. Coloco dentro de um saco de celofane e decoro a gosto. Estes são para as mães dos meus cunhados.

  • Um simples frasco de compota dentro de um saquinho de celofane com decoração e etiqueta a gosto. Para dar a pessoas que eu gosto: os amigos dos meus pais, a minha vizinha da frente, a uma “tia” do coração, a uma amiga ou colega de trabalho....


Espero ter inspirado nestes derradeiros dias para o natal!